Letra Garganta de Ana Carolina

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Minha garganta estranha quando não te vejo
me vem um desejo doido de gritar.
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
do teu quarto, da cozinha, da sala de estar
Minha garganta arranha a tinta e os azulejos
do teu quarto, da cozinha, da sala de estar

Venho madrugada perturbar teu sono
como um cão sem dono me ponho a ladrar.
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso,
tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso,
tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar

Sei que não sou santa, as vezes vou na cara dura,
as vezes ajo com candura pra te conquistar.
Mas não sou beata, me criei na rua,
e não mudo minha postura só pra te agradar
Mas não sou beata, me criei na rua,
e não mudo minha postura só pra te agradar
Tomado de AlbumCancionYLetra.com
Vim parar nessa cidade, por força da circunstância,
sou assim desde criança, me criei meio sem lar.
Aprendi a me virar sozinha
e se eu tô te dando linha é pra depois te..
Aprendi a me virar sozinha...
e se eu tô te dando linha é pra correr você
Aprendi a me virar sozinha...
e se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinha...
e se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar
Aprendi a me virar sozinha...
e se eu tô te dando...
Pra te abandonar